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Dr. Paulo Fontani Coordenador de Educação da UNESCO
Izabel Ribeiro Idealizadora e Coordenadora do Projeto Projeto Valores Humanos
 
"não é qualquer escola que vai conseguir a mudança para melhor da sociedade, tem que ser uma escola que trabalha valores humanos e que tenha a participação da comunidade"
Dr. Paulo Fontani
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Meibel Mello Guedes 

Você se recorda, neste momento, das últimas notícias a que assistiu hoje no telejornal? Pense um pouco: Filhos matando ou planejando a morte de seus pais. Pais matando seu próprio filho e deixando-o jogado na beira da estrada. Estudante sendo baleada dentro de uma faculdade.
Os noticiários mostram a cada dia esta realidade para todos os pais que desejam dar uma boa educação aos filhos. Ouvimos falar de jovens que praticam atos de violência, roubam, matam seus próprios pais, entregam-se ao uso das drogas, enfim, destroem-se a si mesmos e às pessoas com as quais convivem, trazendo tristeza, sentimento de inutilidade, culpa. Para esses problemas, muitas vezes não encontramos justificativas, uma vez que neles estão envolvidos jovens de todas as culturas, de todas as camadas sociais e faixas etárias.
Como poderíamos conviver com essa realidade? Adiantaria fazer de conta que não estamos informados a respeito desses dados? Afastar nossos filhos do seu grupo social, a fim de que não sejam influenciados seria a solução? Como encontrar a medida certa entre liberdade e responsabilidade? Como impor limites sem oprimir? Como proteger sem criar seres indefesos e  incapazes para a vida? Ou seria o caso de fortalecê-los emocionalmente para prepará-los a protegerem-se contra os perigos?
Toda essa mudança no mundo e na sociedade torna mais difícil a transmissão das lições básicas do coração e exige de nós, pais, um preparo melhor, a fim de que tenhamos conhecimento para entender cada situação que envolve nossos filhos.
Sabemos que na herança genética há alguns traços que constituem o temperamento e com os quais podemos lidar. No decorrer da vida, temos oportunidades de retirar arestas e controlar nossas atitudes mediante influências educacionais e espirituais.
Hoje, temos uma geração de crianças sujeitas a perturbações emocionais, depressão, revolta, rebeldia, agressividade e outros descontroles de personalidade. Isto porque falta controle sobre a vida emocional e, ao chegar à adolescência, esses jovens são impelidos à depressão, à violência e ao abuso de drogas. Também que as crianças estão mais nervosas, irritadas, mal-humoradas e estressadas, porque o tempo que dispõem para estar com os filhos reduziu-se muito e os filhos, por vezes, estão recebendo orientações de outras pessoas ou de veículos de comunicação que não lhes oferecem o adequado suporte para enfrentarem os desafios da vida moderna. Temos crianças cheias de problemas emocionais, e até físicos, porque inclusive os pais estão despreparados para lidar com elas, ou não têm tempo para fazê-lo.
De acordo com pesquisas feitas pelo psicólogo John Gottman, autor do livro Inteligência emocional e arte de educar seus filhos, verifica-se que há dois tipos de pais: aqueles que orientam os filhos no aspecto emocional e os que não o fazem. Os pais que se envolvem com os sentimentos dos filhos são chamados de “Preparadores Emocionais”. Estes ensinam aos filhos maneiras de lidar com os altos e baixos da vida.  Usam as emoções negativas como parte integrante da vida e aproveitam os momentos de exaltação emocional para ensinar lições significativas, construindo relacionamentos mais íntimos.
Quando os pais se tratam com hostilidade, os filhos sofrem. O clima de um divórcio ou de um casamento em conflito cria uma crise emocional nos filhos. Em geral, quando os pais preservam uma boa convivência, a inteligência emocional dos filhos desperta.
Estamos acostumados a ver pais se referindo aos sentimentos dos seus filhos como algo banal, ou que os aborrecem, achando que isso passará com o tempo. No entanto, o ideal seria uma aproximação entre pais e filhos para conversar e sentir as suas emoções.
É também possível que os pais saibam como o filho se sente, porém deixam que a criança lide com seus sentimentos da maneira que quiserem. Muitas vezes essa criança transforma sua frustração em violência. Seria importante aproveitar cada oportunidade a fim de sugerir para a criança um sentimento diferente ou para lhe ensinar uma maneira de lidar com aquilo que a está afligindo.
Quando não respeitamos o que nossos filhos sentem, nossa tendência é sermos severos, desaprovadores, inibidores da manifestação dos sentimentos, e assim acabamos perdendo a oportunidade de conversar com eles sobre seus medos, suas frustrações e seus anseios. Pode acontecer que cresçam sem que tenhamos percebido suas emoções, ao deixarmos de cumprir nosso papel de treinadores emocionais.
 

Lidando  com  as  emoções  de  seus  filhos

 
Quando você se preocupa com as emoções de seus filhos e está em sintonia com seus sentimentos, há de ensinar-lhes o autocontrole, a canalização da raiva, a compreensão de suas frustrações e a empatia para com os outros. Assim agindo, estará ajudando a construir homens e mulheres com equilíbrio, saudáveis, bem relacionados, controlados e aptos para lidarem com suas próprias emoções e menos inclinados a atitudes violentas.
A educação não é simplesmente uma teoria sem fórmula, mas amor, afeição, compreensão e empatia. Educar é vivenciar todos os momentos de alegria, de tristeza, de dificuldades. As crianças necessitam de educação emocional para saberem lidar com os conflitos familiares, para saberem enfrentar os seus problemas e até mesmo escolherem amizades saudáveis.
Em uma entrevista, a psicóloga e terapeuta familiar Maria do Carmo Rabelo deu a seguinte definição de inteligência emocional: “É saber lidar de maneira racional com as emoções, administrando-as satisfatoriamente diante das crises emocionais”.
Quando você deseja trabalhar as emoções de seus filhos, é necessário trabalhar primeiro as suas próprias emoções, porque você precisa ter autocontrole para lidar com os sentimentos dos outros.
Fomos criados numa cultura na qual aprendemos a não expressar nossos sentimentos; na verdade, temos que lutar contra isso, uma vez que, para percebermos as emoções de nossos filhos, precisamos ter muita empatia com eles, precisamos despir máscaras, que sejamos honestos com eles e com nós mesmos. É necessário prestarmos atenção à linguagem corporal, às expressões faciais e estarmos dispostos a gastar tempo em falar e em ouvir. Deste modo, a criança se sentirá mais à vontade e, à medida que perceber nossa atenção, vai expor os seus sentimentos com mais espontaneidade.
Quando você vê seu filho chorando, aproxime-se e diga: “O que você está sentindo? Por que você está triste?” Agindo assim, você estará ajudando-o a verbalizar suas emoções e isso o acalmará. Conseguirá colocar para fora suas angústias e tristezas. Ele se recuperará mais facilmente daquela situação desagradável. Terá melhor inteligência emocional, maior capacidade de concentração e melhor relacionamento com as pessoas.
Segundo John Gottman, treinamento da emoção não significa o fim da disciplina. “Muitos lares, hoje, estão em tumulto desde o amanhecer até o anoitecer. Pais e filhos ficam frustrados, mas ninguém sabe como melhorar esse estado de coisas. O que está acontecendo, na verdade, é que as crianças descobriram maneiras de manipular os pais e estes deixaram de aprender maneiras construtivas de cuidar do comportamento de seus filhos”. Na verdade, quando há intimidade entre você e seus filhos, seu envolvimento na vida deles é maior e, conseqüentemente, sua influência sobre eles é mais forte. Você pode ser firme com eles e  pode adverti-los quando for preciso. Isso não é fácil, pois exige paciência, amor e muita dedicação, mas é compensador. É importante a criança entender que seus sentimentos não são o problema e sim o mau comportamento que ela manifesta.
Para criar seu filho com equilíbrio, observe sempre a natureza da infância. O mundo é grande demais para o seu pequeno. Muitas vezes os filhos tomam certas atitudes incorretas para conseguirem o que querem. Você já deve ter observado crianças teimarem, jogarem-se ao chão, baterem portas, falarem asperamente. Para cada atitude deve haver pais soberanos, que eduquem sem tirar deles a natureza infantil de conquistar seu lugar e de se sentirem seguros.
Em momentos como esse poderá ser eficiente conversar sobre as reações desagradáveis, ou, até mesmo, cortar certos privilégios. O importante, porém, é que a criança entenda o que houve de errado em seu comportamento e esse mau comportamento sirva de meio para que seja encontrada a melhor forma de agir em situações iguais ou semelhantes.
Segundo Maurice J. Ellias, um dos autores de Pais e Mães Emocionalmente Inteligentes, devemos tratar os filhos como gostaríamos que os outros os tratassem. Exigimos que os de fora respeitem nossos filhos, falem com eles gentilmente e com  consideração, que não os agridam fisicamente. (...) entretanto, em algum momento você já deve ter dito e feito a seus filhos coisas que, se alguma pessoa dissesse ou fizesse, você iria querer ver essa pessoa na cadeia.
Aos pais cabe desenvolver sentimentos positivos nos filhos para que eles se sintam seguros de si. Buscar poder e confiança é normal nas crianças, e isto só se torna um mal se você preferir trilhar o caminho do conflito e da luta. Para evitar esse caminho, é preciso impor limites, porque os filhos se sentem seguros quando aprendem a respeitar as linhas demarcatórias da mais adequada forma de agir.
Os seus filhos precisam de tempo e de atenção concentrada. Com a ausência dos pais, os filhos se tornam solitários e deprimidos. Segundo John Gottman, os “avós, tios ou professores podem servir de preparadores emocionais, mas os pais é que estão em melhor posição para o desempenho desta função”.
Gaste tempo com seus filhos. Converse sobre comportamentos aceitáveis,  mostre como eles são importantes para você. Valorize cada bom comportamento, elogie e mostre-se interessado pelas atividades de seus filhos. Não pense que estando envolvido apenas com seu trabalho, com seus amigos, com sua casa ou com seus interesses você estará educando seus filhos. Quando deixa de estar por perto, quando pára de ensinar, com certeza eles não deixarão de aprender e se envolverão com alguém que os desviará dos bons princípios. Aprenderão com a televisão, com a internet ou com os amigos e provavelmente não estarão aprendendo aquilo que você gostaria que aprendessem.
Somente você sabe que regras seus filhos devem seguir. Quando as coisas complicam, é você quem deve estar presente para ajudá-los.
Priorize! Controle seu tempo a fim de que seus filhos percebam que há momentos só para eles. Demonstre que são importantes para você.
Eis aqui um exemplo de negligência paterna. Certo dia, alguém perguntou ao pai de que tamanho era seu filho. O pai, depois de pensar um pouco, mostrou o tamanho na horizontal com as duas mãos. Então perguntaram por que não mostrava na vertical, ao que o pai respondeu: “Eu só o vejo deitado. Quando saio, ele está dormindo e quando chego também”.
Gary Chapman, autor do livro As cinco linguagens do Amor, diz que uma das cinco linguagens é o tempo, e a criança entende tempo como amor. “Se meu pai dedica algumas horas por dia, para mim é sinal de que ele me ama”.
Muitos pais da geração atual estão preocupados em oferecer para os filhos brinquedos caros, viagens e computadores de última geração, mas se esquecem da importância de dedicar parte do seu tempo para conversar, para caminharem juntos e para ouvir os filhos. Eles, os filhos, necessitam muito dessa linguagem de amor, ou seja, do tempo disponível dos pais para eles.
Você já pensou quanto dinheiro teria se recebesse mil reais por atitude positiva que praticasse em favor de seu filho durante uma semana?

•          Quando meu filho voltou da escola, eu o recebi com amor?
•          Elogiei meu filho por um trabalho de pesquisa  bem feito?
•          Valorizei suas atividades na escola?
•          Conversei dando atenção especial e dedicando parte do meu tempo a ele?
•          Brinquei com ele após o trabalho?
•          Fui à  igreja com meu filho?
•          Participei de suas tarefas escolares, pelo menos olhando com atenção e valorizando seu desempenho escolar?
•          Permiti que ele me contasse uma de suas histórias?
•          Disse-lhe: “por favor”, “muito obrigado” e “desculpe”?
•          Dediquei tempo para ouvi-lo e respondi a suas perguntas?
•          Motivei-o a escutar boa música?
•          Conversei com ele sobre sexualidade, boas amizades, valores e princípios de vida saudável?
•          Conversei com a professora do meu filho?

Pais, se seus filhos vêem em você traços nobres de caráter e valores de vida, serão motivados a imitá-lo. Eles precisam ser orientados para não causarem danos a si mesmos (vícios, drogas e tantos outros males) e também precisam aprender a não causar danos aos outros (roubo, mentiras...) Convém que levem em conta a necessidade de respeitar as idéias e a pessoa do outro, como, os idosos, as autoridades, os professores. Procurem mostrar-lhes sempre que esses valores os livrarão de conseqüências desagradáveis. O diálogo e a amizade farão grande diferença em tornar os filhos bem-sucedidos.
Muitas vezes, pela falta de tempo ou pelo estresse que a luta do dia-a-dia traz, os pais se sentem cansados e impacientes ao lidarem com os filhos. Nesse estado de ânimo, nem sempre as palavras são ditas com o devido cuidado. Vale a pena lembrar que críticas e ordens severas demais destroem o senso de valor, próprio das crianças. Portanto, em vez de se concentrar no negativo, recompense o positivo e encoraje. Pare e pense antes de falar algo que venha a ferir os sentimentos de seu filho. Coloque-se no lugar dele. Você gostaria de ser tratado da maneira como está tratando seu filho?
 

Laços  que  unem

 
Um bom exemplo da força da união é a experiência do técnico de futebol, Luis Felipe Scollari. Apesar das lutas e das críticas, ele conseguiu unir a equipe de jogadores e formou uma família vencedora. Portanto, transforme sua família em um time. Façam as coisas juntos, estejam apegados uns aos outros. Este tipo de lealdade traz segurança e confiança, e torna os filhos equilibrados e competentes.
As crianças tendem a se tornar o que você espera que elas se tornem. Quer que seus filhos sejam vencedores? Alimente altas expectativas para eles. Encoraje-os a se esforçarem para conseguir a excelência em tudo o que fizerem.
Se Beethoven tivesse dito: “Quem já ouviu um compositor surdo? Acho que vou desistir...” hoje não teríamos o privilégio de ouvir a Nona Sinfonia.
Li certa vez a história de um pai que ouviu o pedido especial do filho, quando se preparava para sair de casa:
“-Papai, brinque comigo!
O pai, apressado para sair, respondeu ao  menino:
-Agora não posso, mas o papai  ama muito você.
No dia seguinte, essa mesma cena tornou a se repetir e assim, durante vários dias, aquele pai era interpelado pelo filho que o convidava para brincar. A resposta era sempre a mesma:
-Papai o ama, mas agora não pode.
Algum tempo depois, quando o pai chegou em casa, encontrou o filho no jardim, com uma bola debaixo do braço. E o pedido novamente aconteceu:
-Papai, brinque comigo!
A resposta do pai, agora, foi a seguinte:
-Agora estou muito cansado, brincarei outro dia, mas sabe filho, eu o amo muito.
Então, o menino falou:
-Não quero mais que você me ame, papai, só quero que jogue bola comigo.”
Muitos pais têm a noção errônea de que a felicidade depende de coisas. Mas não são os bens materiais que fazem uma família feliz e sim os relacionamentos significativos.
Quando seu filho estiver desanimado, coloque as mãos sobre os seus ombros e diga-lhe: “Você está sofrendo hoje? Quer me falar sobre o assunto? Eu sei que é difícil, mas você pode conseguir”. Quando você toca em seu filho está dizendo a ele: “Filho, estou ao seu lado para apoiá-lo. Conte comigo”. Nesse momento, dedique tempo para ouvi-lo. Ele precisa que seus pais o ouçam. Perca qualquer compromisso, mas não perca a oportunidade de ouvir as inquietações de seu filho. Hoje você considera perda de tempo mas, agindo assim, mais tarde poderá perder o bem mais precioso que é seu próprio filho, quando ele estiver envolvido com drogas ou com outras ações erradas que trarão tristezas a todos.
Certo dia, eu estava saindo para uma aula de inglês e, ao me despedir da minha filha, percebi que não estava feliz. Perguntei o que estava acontecendo. Ela me disse que enfrentava algumas dificuldades no colégio. Naquele instante, decidi que não iria para a aula e ficaria em casa para ouvi-la. Voltamos para a sala, sentamo-nos no sofá e ali, por algumas horas, conversamos muito. Ela extravasou os seus sentimentos. Abracei-a antes de dormir e percebi que estava tranqüila e feliz novamente. Aulas de inglês eu poderia assistir a muitas, mas não poderia perder a oportunidade de ouvir e compreender a minha filha.
Você pode transformar a vida familiar, colocando um sentido maior na relação entre esposo e esposa e entre filhos e pais. Pode estar informado sobre os amigos de seus filhos, os lugares que freqüentam, os ideais que possuem, os lares de onde procedem, e conseguir criar com eles laços significativos. Se fizer isso, com certeza você estará mostrando que é um pai inteligente e atento. Ter pais inteligentes e atentos é o melhor  presente para uma criança.
Segundo Dorothy Corkille Briggs, autora do livro Criança Feliz,  “as crianças são espelhos que refletem a imagem dos que as rodeiam”. O que a criança experimentar, o que a criança ouvir, o que enxergar, assim como tudo o que fizer, vai-se tornar um hábito em sua vida e, conseqüentemente, passará a ser parte integrante de seu caráter.
Se os pais forem inteligentes emocionalmente, terão filhos mais responsáveis, abertos, prestativos, harmoniosos, democráticos e aptos a solucionar conflitos. Filhos bem preparados emocionalmente apresentam melhor desempenho na escola, têm melhor relacionamento com os amigos, apresentam menos problemas de comportamento, são menos propensos à violência, são mais saudáveis emocionalmente e conseguem superar os problemas com mais facilidade.
 

A  preparação  emocional  é   desaconselhável?

De acordo com John Gottman, a preparação emocional não deve ser vista como uma solução para qualquer sentimento negativo que vá surgindo, porque exige paciência, criatividade e pais equilibrados. Há situações em que o trabalho de preparação emocional deve ser adiado. Vejamos alguns casos em que isto pode acontecer:

•          Quando você estiver com  pressa.
•          Quando houver outras pessoas por perto.
•          Quando você estiver cansado ou irritado.
•          Quando for preciso tratar de um grave desvio de comportamento e for preciso usar disciplina mais rígida.
•          Quando a criança faz cenas para manipular os pais.

Envolvimento

Um envolvimento sério com Deus facilita a compreensão daquilo que é ideal em um relacionamento e ilumina a convivência das famílias de tal forma que delas pode brotar uma vida nova, uma nova pessoa, pronta para recuperar valores perdidos e, finalmente, para que possam saber lidar sabiamente com os filhos, a fim de que se tornem homens e mulheres emocionalmente inteligentes.
Os membros de uma família precisam estar comprometidos entre si. A família pode se reunir e, nessa oportunidade, desfrutar a convivência mútua, conversar, expor preocupações e necessidades, traçar metas, nutrir o coração de modo mais profundo e buscar a presença de Deus. Já se sabe, há muito tempo, que família que ora unida permanece unida. Peça a orientação divina para a sua família!
Conta-se que um homem, em uma estação de trem, inadvertidamente empurrou um pequeno pedaço de desvio do trilho por não mais que uns sete centímetros. Em conseqüência, um trem, que tinha rumo certo, acabou indo para uma outra estação.
Qualquer mudança no seio familiar pode provocar uma significativa diferença no rumo que a educação de seu filho deve tomar. Você, que faz parte da família de hoje, tenha certeza de que educar é um ato de amor.
 

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